Ir direto para menu de acessibilidade.
Portal do Governo Brasileiro
  • Acessibilidade
  • Alto Contraste
  • Mapa do Site
  • PortugueseEnglishSpanishChinese (Simplified)FrenchGermanItalian
Página Inicial > Notícias > Notícia do Portal > IFMA promove conscientização sobre doação de órgãos
Início do conteúdo da página Notícias

IFMA promove conscientização sobre doação de órgãos

Atividade foi realizada no Campus Monte Castelo pelo departamento de Higiene e Segurança do Trabalho
  • Cláudio Moraes com informações do Campus
  • publicado 26/09/2019 14h38
  • última modificação 26/09/2019 14h39

Sensibilizar servidores e estudantes do IFMA para a doação de órgãos. Esse foi o objetivo da atividade organizada na tarde de terça-feira (24), no auditório Florise Pérola do Campus Monte Castelo, pelo departamento de Higiene e Segurança do Trabalho do campus.

A atividade fez alusão ao Setembro Verde, que tem por objetivo promover o debate e a conscientização da população sobre a importância da doação e transplante de órgãos. O Dia Nacional de Doação de Órgãos é comemorado em 27 de setembro.

Participaram do evento, como palestrantes, a enfermeira e coordenadora do Centro de Captação do Banco de Olhos do Centro Estadual de Transplantes (CET), Ângela Veiga, e o técnico em Enfermagem, também do CET, Diego Oliveira Silva.

A atividade foi coordenada pelos professores do IFMA Campus Monte Castelo, Silvana Mitri da Costa e  Magno França.

Como ser doador de órgãos?

Atualmente, a negativa familiar é o principal motivo para a não doação. Podem ser doados rins, coração, pulmões, fígado, pâncreas e também tecidos, como ossos, tendões, pele, córneas e valvas cardíacas. Ou seja, um único doador pode salvar até dez vidas.

De acordo com a legislação brasileira (Lei nº 10.211, de 23 de março de 2001), a retirada dos órgãos e tecidos para doação só pode ser feita após autorização dos membros cônjuge ou parente, maior de idade, obedecida a linha sucessória, firmada em documento subscrito por duas testemunhas presentes à verificação da morte. Eles devem atestar a vontade do doador manifestada em vida.

Para a doação, o doador deve ter sofrido de morte encefálica, pois somente assim os seus principais órgãos vitais permanecerão aptos para serem transplantados para outra pessoa.

Pessoas vivas também podem ser doadoras de órgãos, mas apenas aqueles que são considerados “duplos”, ou seja, que não prejudicarão as aptidões vitais do doador após o transplante.

Um dos rins ou pulmões, parte do fígado, do pâncreas e da medula óssea são exemplos de órgãos que podem ser doados por pessoas ainda em vida.

Fim do conteúdo da página